Artigo aponta que restaurar 30% em áreas prioritárias evitaria 71% das extinções

Compartilhe agora mesmo

As Nações Unidas e os cientistas vêm alertando desde muito tempo que o mundo está prestes a perder um milhão de espécies nas próximas décadas, e que os esforços para atingir as metas mundiais de biodiversidade definidas para 2020, incluindo a de restaurar 15% dos ecossistemas do planeta, falharam em grande parte. Por isso, segundo rwpoirtagem do site O Eco, com a proximidade da Convenção sobre Diversidade Biológica em Kunming, na China, em 2021, os países estão reforçando seus planejamentos.
O resultado de um desses esforços foi um relatório publicado assinado por 27 pesquisadores de 12 países. O artigo conclui que a restauração de 30% de áreas prioritárias específicas como florestas, pastagens, estepes, pântanos e ecossistemas áridos que foram substituídos por cultivos agrícolas, além dos ecossistemas ainda em seu estado natural, absorveria o equivalente a 49% de todo o carbono acumulado na atmosfera nos últimos dois séculos – 465 bilhões de toneladas de dióxido de carbono – e salvaria a maioria das espécies terrestres ameaçadas de extinção (71%).

Compartilhe agora mesmo

Deixe uma resposta