Ministério do Meio Ambiente vai identificar o perfil dos gastos com eletricidade nas instituições públicas do país

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O consumo de energia em prédios públicos do país será verificado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
Chamada pública aberta até o dia 27 de fevereiro convoca instituições públicas de todas as esferas para enviar os dados de gastos com eletricidade dos edifícios que ocupam. O objetivo é identificar o quanto o investimento em eficiência energética pode contribuir para a redução de gases de efeito estufa gerados pelo setor governamental.
Até o momento, foram encaminhadas as informações de 81 edifícios espalhados por todo o território nacional. A meta é receber formulários de 300 edifícios. Os dados são confidenciais e serão usados apenas para analisar o padrão de consumo de energia nas edificações públicas.
A partir da primeira amostragem, serão selecionados 20 prédios, com baixo desempenho energético e cujas instituições apresentem compromisso com a implementação de medidas de conservação de energia, para a realização de auditoria detalhada.
Os edifícios selecionados receberão medidores trifásicos de sinal remoto para emitir informações precisas de consumo energético. Além disso, haverá capacitação em gestão e uso dos aparelhos para os técnicos que atuam nesses prédios.
PARTICIPE
Para participar, as instituições interessadas devem preencher um formulário e em seguida enviá-lo para o e-mail [email protected]
São necessárias as seguintes informações: contas de energia dos últimos 12 meses, área útil do edifício, número de ocupantes e dados de contato, como e-mail e telefone da pessoa responsável dentro da instituição.
A chamada pública faz parte do projeto Transformação do Mercado de Eficiência Energética no Brasil, executado pelo MMA em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês).
O objetivo da ação é contribuir com a economia de até 4 milhões de MWh de eletricidade nos próximos 20 anos, além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 2 milhões de toneladas de carbono equivalente (tCO2eq).

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